“Soneto Já Antigo”

cetaps.description.printingNameImprensa Libânio da Silva
cetaps.publisher.cityLisboa
cetaps.researcherAlice Laurentino
cetaps.source.placehttps://pt.revistasdeideias.net/pt-pt/contemporanea
cetaps.textSONETO JA ANTIGO Olha, Daisy: quando eu morrer tu has de Dizer aos meus amigos ahi de Londres, Embora não o sintas, que tu escondes A grande dor da minha morte. Irás de Londres p'ra York, onde nascestes (dizes... Que eu nada que tu digas acredito), Contar áquelle pobre rapazito Que me deu tantas horas tão felizes, Embora não o saibas, que morri... Mesmo elle, a quem eu tanto julguei amar, Nada se importará... Depois vae dar A noticia a essa extranha Cecily Que acreditava que eu seria grande... Raios partam a vida e quem lá ande! ALVARO DE CAMPOS
dc.contributor.authorCampos, Álvaro de
dc.date.accessioned2025-04-17T14:09:24Z
dc.date.available2025-04-17T14:09:24Z
dc.date.issued1922-12
dc.description.abstractPoema de Álvaro de Campos (1890-1935) dirigido a Daisy, que, segundo o poema, nasceu e vive em Londres, local onde o sujeito poético tem amigos.
dc.format.extent121
dc.identifier.urihttps://cetapsrepository.letras.up.pt/id/cetaps/131946
dc.language.isopt
dc.publisherSociedade "Edições Contemporânea"
dc.relation.ispartofContemporânea
dc.relation.ispartofvolume6
dc.rightshttp://purl.org/coar/access_right/c_abf2
dc.subjectPoesia
dc.title“Soneto Já Antigo”
dc.typeArticle
person.birthDate1890
person.deathDate1935

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