"Dois inéditos acêrca das Ilhas do Faial, Pico, Flôres e Côrvo: «Saúdades da terra» (século XVI), por Gaspar Frutuôso e «Espêlho cristalino em jardim de várias flôres» (século XVII), por Frei Diôgo das Chagas, com uma introdução e anotações de António Ferreira de Serpa: Um projéctado pôrto militar na Ilha do Faial em 1629"
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1921-08
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Imprensa da Universidade de Coimbra
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Portuguese
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Apontamento histórico sobre a ilha do Faial, que atesta a importância da ilha como ponto estratégico para Inglaterra. A crescente presença de piratas ingleses, súbditos de Elizabeth I (1533-1603), explicam um relato apresentado, da autoria do mercador neerlandês Jan Huygen van Linschoten (1563-1611), onde os ingleses são descritos como presença habitual na ilha, mas, como fariam demasiadas despesas, os próprios habitantes, queixosos, fizeram com que o governo português agisse, o que originou uma invasão inglesa encabeçada por George Clifford, Conde de Cumberland (1558-1605), um acto de vingança com uma frota liderada por Martin Frobisher (1591-1539). Desde a incursão de Cumberland, o monarca português reforçou os meios militares da ilha, mas tal não impediu uma nova invasão, de 1597 a 1599, por Robert Devereux, conde de Essex (1566-1601). Porém, a ilha ganhou um novo valor para as relações anglo-portuguesas por ser central para cabos telegráficos submarinos, que estabeleciam uma via de comunicação entre a Europa e os Estados Unidos da América, e, mais recentemente, para a ligação Inglaterra-S. Vicente de Cabo Verde. O autor acrescenta, ainda, uma publicação de Donald Campbell, que previa um melhor aproveitamento da ilha se esta fosse britânica.
Keywords
História, Tecnologia
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Article
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Serpa, António Ferreira de. “Dois inéditos acêrca das Ilhas do Faial, Pico, Flôres e Côrvo: «Saúdades da terra» (século XVI), por Gaspar Frutuôso e «Espêlho cristalino em jardim de várias flôres» (século XVII), por Frei Diôgo das Chagas, com uma introdução e anotações de António Ferreira de Serpa: Um projéctado pôrto militar na Ilha do Faial em 1629.” O Instituto: Revista Scientífica e Literária, Agosto de 1921, pp. 432-439.
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