“A Vida”
| cetaps.description.printingName | Alberto Campos (Léo) | |
| cetaps.publisher.city | Porto | |
| cetaps.researcher | Sofia Fernandes | |
| cetaps.source.place | J. 3546//6 B. | |
| cetaps.text | Qual é a profissão que nos permite mais longa vida? A tal pregunta responde uma revista inglesa: «Os criados de hotel e os moços de restaurante são os menos felizes, poi a taxa de moralidade não é inferior a 20 por 1000. Em seguida temos os negociantes de vinhos e os taverneiros, que morrem á razão de 8 por milhar. Os limpa-chaminés e os magarefes descem a 14 por 100. A proporção é de 11 para 1000 para os caldeireiros, pedreiros, trolhas e pintores de casas; de 10,5 para os pedreiros e de 9 para os mineiros. «As profissões mais sádias e salubres são as que se exercem em jardinagem, cuja taxa de mortalidade é sómente de 5 por 1000 para os jardineiros». | |
| dc.contributor.author | Anónimo | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-21T20:33:06Z | |
| dc.date.available | 2025-04-21T20:33:06Z | |
| dc.date.issued | 1928-01-11 | |
| dc.description.abstract | Citam-se as conclusões apresentadas por uma revista inglesa, na tentativa de encontrar a profissão que mais se adequa a uma maior longevidade. Com piores resultados estão os criados de hotel e moços de restaurante, morrendo 20 por cada 1 000. No extremo oposto do espectro, estão os jardineiros, que, por cada 1 000, morrem apenas 5. | |
| dc.format.extent | 1 | |
| dc.identifier.uri | https://cetapsrepository.letras.up.pt/id/cetaps/132147 | |
| dc.language.iso | pt | |
| dc.publisher | Tipografia Sequeira, Limitada | |
| dc.relation.ispartof | Diário do Comprador: Humorístico e de Publicidade | |
| dc.relation.ispartofvolume | 8 | |
| dc.rights | http://purl.org/coar/access_right/c_abf2 | |
| dc.subject | Sociedade | |
| dc.title | “A Vida” | |
| dc.type | Article |
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