“A Dor de Trair”

cetaps.publisher.cityLisboa
cetaps.researcherAlice Laurentino
cetaps.source.placeJ. 3321 M.
cetaps.textRomeus a quem Cupido dardejou/E entre fortes paixões tendes vivido:/Qual é de vós o que não tem mentido/E o mais férvido amor não ensombrou?/Pois bem! À fé ardente de quem sou,/Quem um dia vos tereis arrependido./Por mim,confesso que o prazer sentido/Jamais o meu remorso compensou./Sempre que alguma outra me prendia/E, por instantes, essa que eu amava/Dos meys pobre sentidos se varria,/Logo o arrependimento me atestava/Que era o meu coração que eu ofendia,/Que era a mim próprio que eu atraiçoava. Bramão Almeida
dc.contributor.authorAlmeida, Eduardo Bramão de
dc.date.accessioned2025-04-16T07:42:03Z
dc.date.available2025-04-16T07:42:03Z
dc.date.issued1925-02-09
dc.description.abstractPoema sobre traição amorosa, de Eduardo Bramão de Almeida. O primeiro verso do poema dialoga intertextualmente com a peça Romeo and Juliet (1597), de William Shakespeare (1564-1616).
dc.format.extent5
dc.identifier.urihttps://cetapsrepository.letras.up.pt/id/cetaps/131644
dc.language.isopt
dc.publisherCarlos Maria Coelho
dc.relation.ispartofA Batalha: Suplemento Literário e Ilustrado
dc.relation.ispartofvolume63
dc.rightshttp://purl.org/coar/access_right/c_abf2
dc.subjectTeatro
dc.title“A Dor de Trair”
dc.typeArticle

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A dor de trair” (9 de fevereiro de 1925, nº 63, p. 5 ).jpg
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