“Paz armada! Escutam-se os prelúdios de novas guerras e emudece a voz insincera de um pacifismo ilusório”

dc.contributor.authorAnónimo
dc.date.accessioned2024-04-19T10:04:00Z
dc.date.available2024-04-19T10:04:00Z
dc.date.issued1925-10-01
dc.description.abstractNoticiando a realização de uma Conferência Internacional da Paz promovida pela Sociedade das Nações (predecessora da Organização das Nações Unidas), caracterizada como o “supremo bluff mundial do capitalismo e do militarismo bem entendidos”, o autor reitera veementemente o poderio naval inglês, a velha Albion, que não só acabou de construir o maior couraçado do mundo – o “Nelson” –, como dita quem pode, em tempo de guerra, navegar os mares.
dc.description.printing_nameAlexandre de Assis
dc.format.extent6-7
dc.identifier.urihttps://cetapsrepository.letras.up.pt/id/cetaps/114412
dc.language.isopor
dc.publisher.cityLisboa
dc.relation.ispartofRenovação
dc.relation.ispartofvolume7
dc.researcherMarques, Gonçalo
dc.rightsmetadata only access
dc.source.placeBN J. 2628 B.
dc.source.placeBN F.P. 258
dc.subjectPolítica
dc.title“Paz armada! Escutam-se os prelúdios de novas guerras e emudece a voz insincera de um pacifismo ilusório”
dc.typeartigo de imprensa

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